Saltar para o conteúdo

 No dia 12 de Janeiro, pelas 10:00h, os professores dos Centros de Recursos TIC reuniram no Fórum Picoas para formação na utilização do programa de comunicação aumentativa GRID3 e atribuição de um computador portátil (com licença do GRID3) pela Fundação PT.

Durante a manhã e início da tarde, depois da entrega dos computadores aos Centros de Recursos, a ANDITEC dinamizou uma oficina em que foram abordados aspectos e tarefas essenciais no programa GRID3.

A segunda parte do dia foi preenchida com uma cerimónia em que se celebrou um protocolo de colaboração entre a Fundação PT e a Direção Geral da Educação (DGE).

A Presidente da Fundação PT, Graça Rebocho, iniciou a sessão apresentando a organização interna das soluções tecnológicas de acessibilidade da Fundação.
José Vítor Pedroso, Director Geral da DGE, referiu a urgência de uma escola cada vez mais inclusiva para maior equidade escolar e social.

Ana Sofia Antunes, Secretária de Estado da Inclusão das Pessoas com Deficiência, referiu a importância da educação para a inclusão e o esforço que tem sido realizado nesse sentido, salientado, no entanto, que a escolarização tem que favorecer a empregabilidade e que as empresas devem admitir mais pessoas com deficiência.

Falaram ainda Humberto Santos, Presidente do Instituto Nacional de Reabilitação e o Presidente Executivo da Portugal Telecom, Alexandre Fonseca.

A terminar, foi atribuído um computador portátil com GRID3 a uma jovem utente da Associação Sol.

 No âmbito do concurso Media@ção, teve início um ciclo de ações de curta duração sobre a produção audiovisual em contexto educativo, nas seguintes escolas e datas:

  • Évora: Escola Secundária André de Gouveia – 11 de janeiro
  • Sintra: Escola Básica Prof. Galopim de Carvalho – 15 de janeiro
  • Aveiro: Escola Secundária Mário Sacramento – 17 de janeiro
  • Vila Real de Santo António: Escola Secundária Vila Real de Santo António – 30 de janeiro

Todas as sessões decorrem entre as 17h e as 20h.

Esta formação pretende orientar e dar suporte aos professores que queiram apoiar os seus alunos na concretização de projetos no âmbito do Concurso Media@ção 2018. De acordo com o Regulamento, os critérios de avaliação contemplam, em caso de empate na votação, preferência aos trabalhos que incluam funcionalidades de acessibilidade, como língua gestual, legendagem e áudio descrição.

Esta formação é promovida pela Rede de Bibliotecas Escolares e pela Secretaria Geral da Presidência de Conselho de Ministros, em parceria com a Comissão Nacional da Unesco, a Direção-Geral da Educação, a Fundação para a Ciência e Tecnologia, a Fundação PT e o Plano Nacional de Leitura.

Para mais informações, consulte a página da iniciativa Media@ção da Rede de Bibliotecas Escolares.

Pode inscrever-se usando o formulário Media@ção 2018": A produção audiovisual em contexto educativo.

[Fonte: http://www.erte.dge.mec.pt/noticias/formacao-mediacao-2018-producao-audiovisual-em-contexto-educativo]

 A Lei n.º 71/2009 de 6 de Agosto criou o regime especial de protecção de crianças e jovens com doença oncológica. Entre outras medidas, este regime refere o apoio especial educativo, com o objectivo de beneficiar a frequência às aulas, contribuir para a aprendizagem e sucesso escolar e favorecer a plena integração das crianças e jovens com doença oncológica através de condições especiais de avaliação e frequência escolar; apoio educativo individual e ou no domicílio, sempre que necessário; adaptação curricular e utilização de equipamentos especiais de compensação.

Com a publicação da Portaria n.º 350-A/2017 de 14 de Novembro, foi regulamentado o procedimento e as condições para a concessão das medidas educativas especiais e o regime da sua implementação e acompanhamento. O apoio educativo depende das necessidades concretas de cada criança ou jovem explicitando o diploma que o apoio individual pode realizar-se em contexto escolar, hospitalar ou no domicílio, presencial ou à distância, através da utilização de meios informáticos de comunicação. Desta forma, é consagrada em Diário da República uma prática de muitas escolas - que, autonomamente ou através do CRTIC, têm implementado sistemas de videoconferência para apoio a alunos - e também a prática de vários hospitais portugueses (na região de Lisboa, ver o blogue Escolas de Hospital).

Esperamos, entretanto, que esta explicitação das formas de apoio a alunos com doença oncológica possa ter efeitos multiplicadores não só no número de crianças acompanhadas como no âmbito deste apoio - muitas crianças com doenças crónicas e outras problemáticas poderão certamente beneficiar de apoio domiciliário através de meios informáticos.

A inclusão passa também pela resposta às necessidades destes alunos, com os meios já existentes nas escolas e, eventualmente, outros que venham a ser disponibilizados.

Pode consultar os dois documentos a partir da nossa página de Legislação ou ler na página do Diário da República Electrónico a Lei n.º 71/2009 de 6 de Agosto e a Portaria n.º 350-A/2017 de 14 de Novembro.

Pormenor do dispositivo de gravação e reprodução de voz do CRTIC GuimarãesNo início de mais um ano, é fácil sentir-se maravilhado com a expectativa de mais de trezentos dias em branco, prontos para enchermos com possibilidades e projectos e aprendizagens.

No CANTIC e em muitos outros Centros de Recursos TIC (CRTIC), 2018 traz naturalmente todos os desafios que a missão e as competências dos CRTIC acarretam e que queremos cumprir com determinação e empenho mas, além disso, traz o convite para um novo Curso Faça Você Mesmo Tecnologias de Apoio, como referimos brevemente no artigo Desafio Curso Faça Você Mesmo Produtos de Apoio.

O objetivo do curso é a criação de tecnologias de apoio de baixo custo para alunos com necessidades educativas especiais. O curso é dirigido às equipas dos CRTIC mas é extensível a professores com competências na área tecnológica que os CRTIC entendam convidar.

No final, pretende-se reunir um conjunto de fichas ilustradas com a descrição do processo de construção das tecnologias que foram construídas e um conjunto de pequenos vídeos de demonstração do seu funcionamento.

O curso do ano anterior permitiu a criação de muitas soluções, algumas das quais temos vindo a divulgar ultimamente. Reiterando os votos de um fantástico 2018, deixamos hoje o endereço do blogue Faça Você Mesmo – Produtos de Apoio do CRTIC de Guimarães com um excepcional conjunto de materiais.

E já sabe, se quiser participar e colaborar connosco neste desafio, pode enviar-nos uma mensagem para geral@cantic.org.pt

A distração é uma constante nos dias de hoje, fornecê-la é o modelo de negócio de algumas das empresas mais poderosas do mundo.

De acordo com um artigo recente da publicação inglesa The Economist, vários estudos têm apontado o papel nocivo das tecnologias de informação na produtividade laboral e no crescimento da economia.

As tecnologias de informação e comunicação são fundamentais para o trabalho de muitos trabalhadores e, como sabemos também, para a autonomia e realização pessoal de tantos outros. O artigo em questão aponta um aumento da produtividade relacionado com a utilização alargada do correio electrónico, bases de dados e web que, inicialmente, teria compensado o custo das distrações.
No entanto, trabalhar enquanto se responde a mensagens e chamadas telefónicas (e se verificam as actualizações no snapchat, whatsapp, facebook, instagram para muitas pessoas) parece ter cada vez mais impactos na capacidade de trabalho.

De qualquer modo, para além da perda de produtividade, as distrações podem também ter efeitos negativos sobre a felicidade dos distraídos, mesmo sem contar com a infelicidade e insatisfação produzidas pelo incumprimento de tarefas.

Pode ler o artigo completo (em inglês) Are digital distractions harming labour productivity? na página do The Economist.

E não se esqueça de incluir na sua lista de objectivos para 2018 mais tecnologia para a autonomia e mais autonomia relativamente à tecnologia.

Partindo do desafio lançado ao Centros de Recursos TIC de construir um recurso pedagógico baseado num circuito elétrico contendo um LED, decidimos construir uma casa com um caminho interrompido por um obstáculo. Ao remover o obstáculo, isto é, ao fechar o circuito, acende-se uma luz dentro da casa.

É um circuito montado sobre papel cuja simplicidade permite adaptá-lo e utilizá-lo de diferentes formas.

Pode ser usado para treinar a noção de causa-efeito, jogar, contar histórias ou explorar o funcionamento básico de um circuito elétrico. No vídeo e no guião são referidas outras actividades possíveis directa ou indirectamente ligadas à construção do circuito.

Agira que se aproxima o Natal, poderia ser usado com uma decoração natalícia e, eventualmente, com LED intermitentes, para criar um pequeno presépio ou uma paisagem nevada a recordar paragens e tempos diferentes.

Pode ler ou descarregar o Guião de Construção do Circuito Elétrico ou ver o vídeo nesta página.

Vídeo de Construção de um Circuito Elétrico

 A ANDITEC promove um conjunto de acções de formação sobre tecnologias de apoio para a comunicação. A primeira destas acções, com o tema Suportes de Comunicação Aumentativa, decorre já no dia 20 de Dezembro, na sede da ANDITEC, em Lisboa, e tem como principal objetivo capacitar os formandos para construir uma Tabela e um Caderno de Comunicação, recorrendo ao Software Boardmaker.

Serão ainda referidos de uma forma muito genérica os "suportes dinâmicos" que serão objecto de curso posterior.

Dinamiza esta formação a Dra. Margarida Nunes da Ponte.

O custo é de 45 euros até hoje, dia 12 de Dezembro, e de 50 euros até dia 19 de Dezembro.

Para conhecer o programa da formação e dos restantes cursos programados para este ano, consulte a newsletter de Novembro da ANDITEC.

Imagem de doodle interactivo - um coelhinho tem que chegar às cenouras através de programaçãoEsta semana decorre a Computer Science Education Week. Aproveitando a data, a Google publicou o seu primeiro Google Doodle de código, para celebrar as bodas de ouro do nascimento das linguagens de programação para crianças.

Neste Doodle interactivo, o utilizador ajuda um coelhinho a apanhar cenouras. Para isso, ao longo de seis níveis de complexidade crescente, tem que aprender o funcionamento dos blocos de programação no tutorial de cada nível e, a partir daí, aplicar os conhecimentos para alimentar o faminto roedor.

Para saber mais sobre a forma como este Doodle foi criado, sobre a linguagem Logo e sobre o Scratch, leia o interessante artigo de Champika Fernando, o Director de Comunicação do Scratch Team, Celebrating 50 years of kids coding.

Numa altura em que Portugal faz um enorme esforço de investimento na robótica e programação na escola, faz muito sentido olhar também para as potencialidades da robótica e da programação para alunos com necessidades especiais. Se todos os alunos podem beneficiar com este trabalho, a motivação, diversificação de tarefas, estratégias e oportunidades de aprendizagem das actividades relacionadas com a computação são uma resposta ainda mais efectiva para muitos alunos com dificuldades ao nível da acessibilidade, hospitalizados (O Robot Ajuda! na Escola do Hospital de Santa Maria) ou com perturbações da aprendizagem.

Vamos trabalhar pela divulgação da robótica e da programação para TODOS os alunos.

 Qual a razão para incluir calão e palavras de temáticas inapropriadas nas bibliotecas de símbolos?

Nestes ou noutros termos, esta é uma questão recorrente de quem inicia o trabalho de comunicação aumentativa com recurso a pictogramas. A pergunta é tanto mais pertinente quanto, num contexto educativo, há vocabulário raramente ou mesmo nunca utilizado.

No entanto, ao disponibilizar um conjunto alargado de símbolos, garantimos a resposta às necessidades de comunicação dos utilizadores numa grande variedade de contextos, idades e temáticas. A lógica dos criadores dos símbolos é de que é mais fácil evitar a utilização de pictogramas específicos em situações em que eles não são apropriados do que criar novos pictogramas sempre que sejam necessários – para além das dificuldades inerentes à procura e desenho do equivalente visual de uma palavra, a criação ou recriação sistemática de símbolos para um aluno pode dificultar o trabalho junto de um aluno, particularizando excessivamente a intervenção.

Mesmo assim, e dando resposta a algumas solicitações, uma das últimas versões do PictoSelector permite logo na instalação esconder as categorias de pictogramas Sexualidade e drogas.

Janela Pictos inapropriados para crianças na instalação do Picto-SelectorDesta forma, o professor, terapeuta ou cuidador não incorrem na possibilidade de inadvertidamente colocar símbolos indesejados numa tabela. Da mesma forma, há professores que nos casos em que as crianças utilizam o programa, a pesquisa ignora os símbolos nestas categorias.

Depois da instalação, esta caixa de diálogo deixa de estar disponível. Para ocultar categorias específicas, é necessário aceder às Configurações de Administrador no menu Configurações.

Janela de Configurações do Administrador

Nova biblioteca de símbolos

Na versão 1.8.5, de 15 de Novembro, foi adicionada a Biblioteca #Soyvisual, com 1094 imagens e a possibilidade de introduzir anotações nos pictogramas - esta nova característica pode ser usada para notar os plurais, futuro, passado, etc.

O CANTIC - CRTIC Amadora traduziu a Biblioteca #Soyvisual integralmente para português. Se tiver alguma sugestão ou melhoria, não hesite em contactar-nos ou contactar o autor do programa.

Para conhecer as características adicionadas ao programa nas diferentes versões, consulte a página Versões do Picto-Selector.