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Ecrã do jogo com oito células cada uma com seu fruto

Enquanto se desfruta das férias de verão sugerimos também a exploração do programa JClic.

Escolhemos as frutas como tema.

Preparámos atividades demonstrativas das ferramentas de que o programa dispõe e que poderão ser adaptadas às características das crianças que os utilizam.

Atividades de Associação - descobrir relações entre dois conjuntos de informação

Jogos de Memória - descobrir pares de elementos iguais ou relacionados entre si que estão escondidos

Atividades de Exploração - identificar células e informação que partem de um único conjunto

Quebra-cabeças (Puzzle) - reconstruir informação que pode ser gráfica, textual, sonora ou combinar aspectos gráficos e auditivos

Atividades de Resposta Escrita - escrever um texto (uma só palavra ou frases relativamente complexas)

Atividades de Texto - completar, entender, corrigir ou ordenar palavras, frases, letras e parágrafos de um texto que pode conter também janela de imagem com conteúdo ativo

Sopa de Letras e Palavras Cruzadas - resolver de forma interativa os conhecidos passatempos com palavras escondidas.

O JClic, de que temos falado com frequência, é uma aplicação de software livre baseada em modelos abertos compatível com diversas plataformas e sistemas operativos, como Windows, Linux, Solaris ou Mac. Existe um espaço de partilha criado para estimular a cooperação e troca de materiais entre escolas e educadores, facilitando a tradução e adaptação de materiais e de projetos já elaborados.

Aqui fica o pacote de atividades JClic Frutas de Verão! Descarregue para o seu computador e abra com o programa JClic.

Imagem de cabeçalho do blogue Letra Pequeuna

A leitura pode começar muito cedo, muito antes de sabermos ler.

Por isso, hoje sugerimos nada menos do que trinta propostas de leitura para quem ainda não sabe ler. O site Letra Pequena não é novo nem recente mas revisitámo-lo recentemente para um trabalho e confirma-se que é uma arca do tesouro disfarçada de blogue. Na mais recente olhadela, apresentava-nos o livro Aqui Estamos Nós, de Oliver Jeffers, o celebrado autor e ilustrador de livros infantis que decidiu escrever para o seu jovem filho, Harland, sobre o planeta em que vivemos.

Uma iniciativa extraordinária do blogue é a disponibilização de livros lidos por autores com e sem filhos, actores, ilustradores e mais gente. Isso quer dizer que temos voz e vídeos deliciosos com a leitura de trinta obras disponíveis comercialmente. Um efeito colateral perturbador é a vontade de parar os vídeos e ir a correr comprar as edições em papel. Fica o aviso.

Dê uma espreitadela ao blogue Letra Pequena para saber novidades.

E regozije-se com os livros para ouvir e ver do blogue Letra Pequena.

Boas leituras!

Ecrã da actividade Sopa ou Sobremesa

O PICAA é um programa de autor para o sistema operativo iOS, funcionando por isso em equipamentos como o iPad.

Possibilita a criação de cinco tipos de actividades - Exploration, Puzzles, Association, Sorting e Memory.

Tem um modo de autor, para a criação e teste de actividades, com uma barra de trabalho do lado esquerdo. A criação de actividades é extremamente simples.

No modo de utilizador não existe barra lateral - neste caso, os ícones das aplicações são aumentados e todo o espaço do ecrã passa a ser usado apenas para mostrar a sequência de actividades disponíveis. Tanto no modo de autor como no modo de utilizador, a interface gráfica do programa é muito cuidada e intuitiva.

O programa permite a existência de vários utilizadores e, a cada um, pode atribuir-se um plano de trabalho semanal que consiste numa selecção das actividades a explorar nos diferentes dias.

Uma das grandes vantagens do PICAA advém das opções dos próprios equipamentos em que funciona - autonomia, portabilidade, acesso através do toque e mesmo as opções de acessibilidade.

As actividades podem ser partilhadas, por exemplo, através da Dropbox.

Como aspectos menos interessantes, o programa está em inglês e não conseguimos que a voz de síntese funcionasse em português.

Além disso, não é possível a adição de sons externos. Por isso, se for necessária a utilização de som, a única opção disponível é a gravação de cada uma das mensagens directamente no dispositivo.

A actividade que partilhamos - Sopa ou sobremesa - é uma de várias criadas para a exploração autónoma de reforço das aprendizagens - neste caso, os nomes dos vegetais e frutos e a sua utilização.

Como complemento a esta actividade, e porque é tempo de novas experiências e aventuras e as aulas ainda não começaram, sugerimos cozinhar sopas ou preparar uma saborosa salada de frutas!

Capa do livro O Que Vamos Contar?

Ainda não falámos aqui do que pode ser uma excelente sugestão de leitura em férias, o último livro lançado pela editora Cercica. Chama-se O Que Vamos Contar? e foi escrito por Ana Maria Magalhães e Isabel Alçada e ilustrado por Raquel Pinheiro.

De acordo com a sinopse esta história, para ler na sala de aula, em família ou individualmente, destaca a diversidade cultural hoje existente nas escolas portuguesas, que deve ser valorizada junto das crianças como uma riqueza acrescida.

Na história O Que Vamos Contar? encontras o relato de situações engraçadas, relativas aos países de origem das famílias dos alunos da professora Maria. O Que Vamos Fazer? é um jogo incluído no DVD que acompanha o livro e valoriza a atenção, procurando recordar pequenos pormenores da história, e a informação, disponibilizando curiosidades sobre cada país para que, também tu, possas criar a tua história.

Para além da importância do livro na celebração da diversidade, parece-nos que pode ser uma boa inspiração para, durante as férias, aproveitar o tempo disponível para recolher factos, histórias e testemunhos daqueles que nos são chegados e que, tendo mais idade, tiveram experiências e sabem de vivências que nos podem ajudar a celebrar as nossas origens e a criar raízes na memória.

A colecção Todos a Ler, da qual este livro faz parte, é disponibilizada em cinco formatos: impresso; áudio; Símbolos pictográficos para a Comunicação; Língua Gestual Portuguesa e Braille.

A versão em Símbolos Pictográficos é da responsabilidade do CANTIC (CRTIC Amadora).

Esta coleção tem o apoio da Câmara Municipal de Cascais, a Supervisão do Ministério da Educação e faz parte da lista recomendada pelo Plano Nacional de Leitura.

Ecrão inicial das actividades Plaphoons Chegou o Verão

O frescor desusado dos dias continua mas não parece dissuadir banhistas e outros veraneantes resolutos de ocupar praias e cidades e bares.

Para não destoarmos, partilhamos um conjunto de tabelas de comunicação e actividades para o programa Plaphoons. Estas actividades foram realizadas pelas professoras Marta Carvalho, Marta Gaspar e Raquel Silva, no âmbito de uma formação em Plaphoons realizada num Agrupamento de Escolas de Lisboa.

As tabelas de comunicação permitem falar sobre alguns desportos de verão e o vestuário de verão - sobretudo se considerarmos o verão tradicional.

Além disso, é possível encontrar um pequeno grupo de questões em que de deve escolher, de entre três pictogramas, qual o objecto, acessório ou peça de roupa mais adequados neste tempo de praia.

Para utilizar as actividades, descarregue o ficheiro Chegou o Verão. Descomprima-o para a pasta Chegou o Verão. Inicie o Plaphoons e vá a Ficheiro, Abrir… e procure o ficheiro Inicial.pla na pasta Chegou o Verão. E boas aventuras!

Às professoras Marta Carvalho, Marta Gaspar e Raquel Silva, o nosso muito obrigado.

Para sugestões e comentários, pode usar a área de comentários no final ou enviar-nos uma mensagem.

Menina faz bolas de sabão

A maioria dos alunos está agora em férias. Enquanto pais e profissionais, nem sempre compreendemos ou respeitamos a importância dos tempos de brincar e deixamo-nos dominar pela imperiosa necessidade de preencher com actividades cada momento disponível da vida das nossas crianças.

Recentemente, tivemos oportunidade de participar numa aula do professor Pedro Encarnação - do qual apresentámos em tempos o livro Guidelines for Supporting Children with Disabilities' Play: Methodologies, tools, and contexts (ver Livro de orientações para ajudar as crianças com deficiência a brincar) - que, mais uma vez, insistiu no papel do jogo na aprendizagem e desenvolvimento das crianças. Nesta aula, foi apresentado o vídeo que deixamos a seguir.

O direito de brincar está consagrado no Artigo 31 da Convenção das Nações Unidas Sobre os Direitos da Criança.

Os Estados Partes reconhecem o direito da criança ao descanso e lazer, a participar do brincar e das atividades recreativas e a participar livremente da vida cultural e das artes.

Em 2013, o Comité dos Direitos da Criança expandiu o entendimento do direito a brincar com a aprovação do Comentário Geral 17 ao Artigo 31 da Convenção dos Direitos da Criança, devido à preocupação com a falta de reconhecimento pelos Governos da importância esse direito.

Convidamos à visualização da versão em português do Brasil do vídeo This is Me.

Boas férias!

Logótipo do 22º Encontro TeleAula

Decorreu no dia 10 de julho de 2019, na Escola Básica José Cardoso Pires, o 22.º Encontro TeleAula Hospitais.

Os professores que dinamizam o projeto TeleAula na rede de hospitais - Centro de Medicina de Reabilitação de Alcoitão, Hospital de Dona Estefânia, Hospital de Santa Maria e Instituto Português de Oncologia de Lisboa Francisco Gentil - vão documentando, ao longo do ano, algumas das atividades realizadas no blogue comum das Escolas de Hospital.

Nestes encontros anuais, além de apresentarem o trabalho desenvolvido de viva voz, partilham reflexões sobre os objetivos alcançados e as dificuldades sentidas, numa perspetiva colaborativa. Também há um tempo de convívio informal e lançam-se perspetivas para a planificação do ano seguinte.

O próximo ano terá como tema comum Plantar o Futuro. Inspirados pela proclamação da Organização das Nações Unidas do ano 2020 como Ano Internacional da Fitossanidade, desenvolveremos atividades transversais que contribuirão para o enriquecimento do trabalho curricular, umas em parceria e outras adaptadas ao contexto específico de cada escola de hospital.

As fotografias do Encontro estão no álbum do 22º Encontro TeleAula.

[Publicado também no blogue das Escolas de Hospital em www.escolasdehospital.pt]

No final da semana passada foi disponibilizada a versão 950 do programa Plaphoons.

Janela de edição de célula do Plaphoons

Como sempre, para além de pequenas modificações a nível estético e de correcção de erros, o Plaphoons vai evoluindo à medida das necessidades e sugestões dos utilizadores.

Nesta nova versão, já com a tradução portuguesa das opções que foram sendo adicionadas, destacamos a possibilidade de parar o rato na célula que se escolheu e recomeçar o varrimento no clique seguinte. A opção Em varrimento automático, parar e activar ao clicar, a última do menu Controlo, pode ser muito importante para crianças com dificuldades a nível motor mas também a nível cognitivo e visual. Se não estiver activa, depois de seleccionar uma célula, o varrimento recomeça sem pausas.

Outra opção que responderá às necessidades de muitos alunos é a que permite definir células invisíveis. Está disponível na janela de Edição de tabelas, normalmente acessível através do botão direito, como uma caixa de verificação Visível. Se retirarmos a marca de verificação numa célula, o conteúdo e moldura deixam de estar visíveis e funcionais. Isto quer, por exemplo, dizer que a célula já não é percorrida pelo varrimento.

Boas explorações. Se tiver dúvidas ou sugestões, contacte-nos ou contacte o autor do programa, Jordí Lagares.

Capa do relatório

Iniciámos o ano lectivo a falar de recursos educativos abertos, o que são recursos educativos abertos e razões para utilizar os recursos educativos abertos.

Os Recursos Educativos Abertos (REA) são materiais de ensino, aprendizagem e investigação em quaisquer suportes, digitais ou outros, que se encontram no domínio público ou que foram publicados sob uma licença aberta que permite o acesso, utilização, adaptação e distribuição gratuitas.

Há poucos dias, chegou-nos às mãos o livro de Frank Müller, Opportunities and challenges of state-financed Open Educational Resources. The Norwegian model - a way to more inclusion?

Nesta obra mostram-se as diferentes perspectivas relativamente à experiência norueguesa de introdução de um modelo em que a criação de Recursos Educativos Abertos é financiada pelo Estado. Desde 2006, esta opção tem mudado radicalmente a face da produção de manuais e outros materiais para as escolas. Através de entrevistas a vários dos interessados neste processo, - parceiros e trabalhadores da plataforma NLDA (Nasjonal Digital Læringsarena), um representante do Ministério da Educação e um representante de uma editora - traça-se um retrato complexo que obriga a repensar temas fundamentais envolvidos por questões e pressões comerciais, educativas e éticas.

Segundo o relatório, e contrariando um argumento que frequentemente se junta a este debate, a força motriz desta decisão não terá sido a necessidade de poupar dinheiro mas sim a aposta na qualidade dos recursos. Entre os problemas para os quais se procuravam respostas , está explícita também a relevância da opção pelos REA para a inclusão educativa.

O livro é de leitura obrigatória para todas as pessoas interessadas no debate sobre o lugar dos REA na educação. Podemos duvidar da validade de alguns pontos de vista e, ao longo de 70 páginas, podemos encontrar muitas razões para discordar das escolhas. Mesmo assim, é de saudar o facto de um país ter decidido abraçar esta causa. Temos, pelo menos, alguém à frente, muitas perguntas já feitas e um debate aberto para ajudar a construir não um caminho alternativo mas mais uma solução para uma educação melhor.

Descarregue o livro Opportunities and challenges of state-financed Open Educational Resources. The Norwegian model - a way to more inclusion?

Para uma visão rápida sobre a Arena Digital de Aprendizagem Norueguesa, pode ler o artigo Norwegian Digital Learning Arena da Wikipedia.

Deixamos também uma possível porta de entrada para conhecer melhor a NLDA através da página em inglês dos Percursos de Aprendizagem da NLDA.

2º aniversário da Associação Dom Maior

Logótipo da Dom Maior

No dia 29 de Junho, a Associação Dom Maior celebra o seu segundo aniversário.

Por isso, convidam todas pessoas a juntarem-se à celebração no próximo dia 29 de junho, sábado, a partir das 13:00h, na Quinta Pedagógico Burros do Magoito, em Sintra.

Haverá um almoço/lanche partilhado pelo que todos devem levar as iguarias que quiserem oferecer Ao longo do dia, estão prometidos muitos jogos, surpresas e uma grande equipa de burrinhos terapeutas!

Veja o Convite para o 2º Aniversário da Dom Maior.

Aula aberta do Projeto Filarmónica Enarmonia

Logótipo da Bengala Mágica

Também no dia 29 de Junho, entre as 15:00 e as 17:00 horas, no âmbito do seu projecto Filarmónica Enarmonia, a Associação Bengala Mágica convida à participação no segundo dia de aulas abertas experimentais na sede da Associação.  Nestas sessões divulgam o Projeto Filarmónica Enarmonia apoiado pela Fundação Calouste Gulbenkian, através da iniciativa PARTIS – Práticas Artísticas para a Inclusão Social e também possibilitam a experimentação dos vários instrumentos que irão ser disponibilizados para aprendizagem.

O Projeto oferece aulas gratuitas de Instrumentos de sopro e percussão, Teoria e Formação Musical, Treino Auditivo e Memorização e Musicografia Braille, a alunos cegos, com baixa visão e normovisuais desde crianças a partir dos 8 anos a jovens e adultos. Pretende ainda possibilitar e fomentar a Prática de Conjunto através da constituição da banda Filarmónica Enarmonia. As aulas regulares terão início em setembro próximo.

O projeto procura sobretudo garantir o acesso à aprendizagem e à prática musical e promover a confraternização entre os participantes e também com o público em geral, de forma a desmistificar e naturalizar a condição da pessoa com deficiência visual e facilitar a integração de todos no processo criativo, de desenvolvimento individual e do agrupamento musical.

Veja o Cartaz das aulas experimentais do Projeto Filarmónica Enarmonia.