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Página do livro Luz - vaso de rosas frente a uma janelaMuitos alunos numa fase inicial de aprendizagem participam com prazer nas actividades de leitura, apreciam histórias e aprendem com elas. Infelizmente, como os professores de educação especial bem sabem, nem sempre conseguem ultrapassar esta fase para passarem eles próprios a leitores autónomos.

Este problema foi abordado e respondido por alguns autores através da criação do Modelo de Literacia Inicial (Beggining Literacy Framework) a partir de um desafio da empresa de tecnologias de apoio Don Johnston.

Tendo em conta a importância de usar materiais apropriados para o nível de leitura em que os alunos se encontram, consideraram necessário definir níveis (enriquecimento, transicional e convencional) com características identificáveis para professores e produtores de livros.

Apesar de o modelo ter mais de uma década, achámos fundamental traduzi-lo para português e partilhamo-lo agora consigo. Queremos agradecer especialmente a Caroline Musselwhite por nos ter apontado o texto e ter autorizado a tradução.

Pode descarregar, ler - vale a pena - e usar e comentar o modelo de literacia inicial em português. [Editado a 25 de fevereiro: O link aponta para uma nova versão. A versão anterior tinha um pequeno erro, agora corrigido, na página 10. Obrigado ao leitor que o identificou].

Os livros do site Tarheelreader, cuja interface traduzimos no ano passado, podem ser opcionalmente catalogados como livros do nível Transicional ou Convencional.

No Ano Internacional da Luz, deixamos um livro sobre... a luz que se enquadra no nível Transicional, com uma estrutura frásica simples e consistente, uma relação próxima entre o texto e as imagens e a página final com uma frase mais complexa.

Realiza-se no próximo dia 23 de Fevereiro a formação O perfil de necessidades de apoio das crianças com incapacidade intelectual: Validação da versão Portuguesa da SIS-Crianças da American Association on Intellectual and Developmental Disabilities, ministrada pelas Professoras Doutoras Manuela Sanches Ferreira e Mónica Silveira Maia da Escola Superior de Educação do Porto.
A formação decorre entre as 10:00h e as 17:00h na Escola Básica José Cardoso Pires. Pedimos que compareça no local às 9:45h, de modo a que possamos dar início à formação às 10:00.

A Escola Superior de Educação do Instituto Politécnico do Porto em parceria com a Faculdade de Psicologia na Faculdade de Psicologia e de Ciências de Educação da Universidade do Porto estão a elaborar uma investigação sobre o perfil de necessidades de apoio das crianças com incapacidade intelectual. Esta investigação decorre da colaboração com a American Association on Intellectual and Developmental Disabilities (AAIDD) no sentido de desenvolver a versão portuguesa da Supports Intensity Scale ou Escala de Intensidade de Apoios – SIS, para crianças. A SIS-crianças difere das avaliações tradicionais, uma vez que o seu foco não é avaliar as competências, tarefas ou atividades que a criança consegue executar, mas sim, avaliar a frequência, a duração e o tipo de apoios que a criança necessita para participar em pleno nas atividades do quotidiano.

A formação insere-se no âmbito deste projecto de investigação e tem como objectivo capacitar os profissionais a serem eles próprios a aplicar a Escala de Intensidade de Apoios e, a partir dos resultados obtidos, desenvolverem planos de intervenção adequados às necessidades de apoio de cada criança/jovem.

Após a formação será pedido a cada participante que aplique a SIS-C aos alunos com incapacidade intelectual do seu Agrupamento, contribuindo para a base de dados que a equipa de investigação está a desenvolver.

Para mais informações, descarregue o programa da formação SIS-Crianças.

Também pode descarregar os diapositivos da formação SIS-Crianças.

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ANDITEC

O CANTIC, em parceria com a ANDITEC, promove um workshop sobre soluções adaptadas para uma aprendizagem inclusiva que se realiza já amanhã, dia 11 de Fevereiro, na Escola Básica 2,3 José Cardoso Pires, na Amadora, entre as 16:30 e as 18:30.

Durante duas horas, falar-se-á da importância das tecnologias de apoio como factor de equidade no trabalho pedagógico com crianças com diferentes problemáticas e necessidades. Serão também apresentados os equipamentos para estimulação multissensorial, comunicação aumentativa, acesso ao computador, mobilidade e posicionamento comercializados pela ANDITEC, ao mesmo tempo que se reflectirá sobre estratégias de avaliação e intervenção.

Veja o folheto de divulgação para mais informações.

Oportunamente, incluiremos fotos e um pequeno relato do workshop.

O workshop, dinamizado pela Engª Miriam Azevedo, contou com a presença de quase sessenta professores.
Durante a primeira parte da apresentação, foram referidos estudos e textos teóricos sobre diferentes problemáticas que podem afectar os alunos com necessidades educativas especiais e dos obstáculos que representam para a inclusão na escola. Depois, seguiu-se a contextualização e demonstração de equipamentos, com base no papel que as tecnologias de apoio têm nas diferentes etapas do percurso educativo dos alunos.
Um dos aspectos mais focados foi a importância crucial da comunicação e a diversidade de soluções disponíveis para minimizar os impactos dos problemas de comunicação.
As tecnologias de controlo pelo olhar e o software de avaliação para alunos que possam beneficiar dessas tecnologias, um rato giroscópico sem fios, com um alcance de 10 metros, o controlo do ambiente a partir do programa GRID, soluções para mobilidade ou para apoio nas actividades da vida diária e vídeos com pessoas a utilizar as tecnologias tornaram o workshop uma experiência de aprendizagem que se estendeu bem para além das duas horas previstas.

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Ecrã inicial da actividade sobre o CarnavalPara os professores dos primeiros ciclos de escolaridade, os dias especiais do ano são datas importantíssimas que ritmam e marcam o período escolar e, ao mesmo tempo, são pretexto para para actividades pedagógicas e lúdicas que enchem de vida e cor as paredes das escolas.

Hoje, também nos deixamos contaminar pelo Carnaval que se aproxima e partilhamos uma actividade para o Plaphoons - O que faz parte do Carnaval? - O ecrã inicial apresenta um conjunto de adereços carnavalescos e, ao longo dos 8 ecrãs seguintes, o aluno deve seleccionar a imagem que melhor corresponde ao Carnaval. Pode usar esta actividade com o rato ou pode escolher as opções de varrimento. Descompacte o ficheiro para uma pasta (Carnaval, por exemplo) e, no Plaphoons, abra a tabela O que faz parte do Carnaval 1.pla.

Em meados de Janeiro, Jordí Lagares disponibilizou uma versão experimental do Plaphoons, num formato novo que deverá facilitar as futuras versões e trará novidades aos utilizadores. Apesar de esta versão nos parecer bastante estável nos testes que realizámos, o autor pede que quem utiliza o Plaphoons experimente esta nova versão e comunique a sua experiência depois de ter criado cópias das tabelas.

Pode descarregar esta versão no novo formato. Por ser uma versão beta, algumas das opções nesta versão estão em inglês ou em castelhano. Caso não se sinta confortável com essa aventura, pode continuar a usar a última versão oficial (versão 812).