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O Citeforma realiza no próximo dia 11 de outubro um seminário subordinado ao tema Tecnologias para a Acessibilidade e Inclusão.  Este Seminário integra-se no Ciclo Inovação - Tecnologias no Ensino/ Formação e realiza-se no Auditório do Citeforma.

No contexto do ensino e formação, pretende-se sensibilizar os participantes para a utilização de Tecnologias de Informação no apoio ao aluno/formando com necessidades especiais, enquadrando um conjunto de técnicas e tecnologias para utilização na escola e na sala de aula.

O programa desta sessão conta com a colaboração do Instituto Nacional para a Reabilitação, do Instituto do Emprego e Formação Profissional e a Escola de Gestão de Informação da Universidade Nova de Lisboa, que têm vindo a colaborar nesse Ciclo. A Secretária de Estado da Inclusão das Pessoas com Deficiência, Ana Sofia Antunes, fará uma intervenção na sessão de abertura.

Sobre o tema

As Tecnologias de Informação desempenham um papel importante em quase todas as áreas das nossas vidas. Uma das áreas com crescente relevância, tema central do presente ciclo de Seminários, é a do ensino e formação. Podem ajudar a melhorar o ensino e aprendizagem e, se utilizadas de forma direcionada, podem também ajudar a combater a exclusão social diminuindo barreiras e reduzindo a distância entre o aprendente comum e aqueles com necessidades especiais, contribuindo assim para a promoção de direitos e oportunidades iguais para todos.

De acordo com a Convenção das Nações Unidas sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência, o desenho das tecnologias, e em particular de apoio ao ensino, deve levar em conta as características de acessibilidade e usabilidade para a proteção e promoção dos direitos humanos das pessoas com deficiência, em todas as políticas e programas.

Ciclo de Seminários sobre Inovação no Ensino/ Formação

Decorreram já sete edições deste Ciclo de Seminários sobre Inovação no Ensino/ Formação. O debate tem sido conduzido no sentido da Inovação no Ensino/ Formação aplicado a temas como a Gestão da Informação, a Inteligência Artificial, o Saber-fazer, os Grupos Alvos Específicos, as Escolas Inteligentes, os Serious Games e a Internet das Coisas.

Inscrições e informações úteis

Este seminário é destinado a formadores e todos os profissionais que desempenhem funções na área e visa debater contextos tecnológicos atuais na formação profissional. Pode consultar o programa e saber mais informações na página do Citeforma sobre o seminário.

Pode também descarregar o programa do Seminário Tecnologias para a Acessibilidade e Inclusão.

A Associação Nacional para a Inclusão dos Cidadãos com Deficiência Visual realiza já amanhã, dia 3 de outubro, o seminário Reflexões e perspetivas das políticas de inclusão na educação para alunos com deficiência visual, no auditório Armando Guebuza, na Biblioteca Victor de Sá da Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias de Lisboa, ao Campo Grande, em Lisboa.

Este seminário terá como objetivo refletir sobre o momento atual da educação especial em particular para alunos com deficiência visual e identificar as reais necessidades destes alunos para uma maior e melhor inclusão no contexto educativo. Para além disso, pretende-se conhecer quais as políticas que estão a ser implementadas para uma transição sustentada destes alunos para a vida ativa.

O Seminário tem como destinatários docentes, pais e familiares de alunos com deficiência visual, técnicos de reabilitação, escolas de referência e estabelecimentos do ensino superior.

A participação é gratuita mas sujeita a inscrição. As inscrições estão limitadas à capacidade do auditório onde se realizará o seminário.

Para realizar a sua inscrição envie uma mensagem com o seu nome completo, a qualidade em que se inscreve (docente/técnico/encarregado de educação/outro) e a instituição a que pertence, no caso de se inscrever como profissional. Utilize o endereço de correio eletrónico cenanicdv@gmail.com.

Pode consultar o programa do Seminário Reflexões e perspetivas das políticas de inclusão na educação para alunos com deficiência visual.

A disseminação da tecnologia, o seu impacto nas actividades e tarefas da nossa vida e a sua utilização exponencial por pessoas com necessidades especiais obrigam-nos a considerar a acessibilidade como oportunidade para a criação de condições únicas de equidade social.

Através de uma melhor compreensão das necessidades dos utilizadores, é possível desenvolver tecnologias mais acessíveis e contribuir para a criação de uma escola e de uma sociedade mais inclusivas.

O curso Digital Accessibility: Enabling Participation in the Information Society propõe-se ajudar-nos a perceber como é que as pessoas com deficiências sensoriais, físicas e cognitivas podem ver-se tolhidas por barreiras que dificultam ou impedem a sua utilização de tecnologias digitais. Além disso, mostrará como é que através do design acessível e inclusivo podem ser superadas muitas dessas dificuldades.

Durante cinco semanas serão explorados vários tópicos relacionados com a acessibilidade digital como as diferenças entre usabilidade, acessibilidade e experiência do utilizador, problemas e soluções para documentos em áudio e vídeo, acessibilidade aos equipamentos, acessibilidade de documentos e páginas web, leitores de ecrã, acesso indirecto e directrizes, normas e princípios de acessibilidade digital.

O curso é ministrado pelo Professor Mike Wald, da equipa de Acessibilidade do ECS da Universidade de Southampton, com o apoio de membros da Erasmus+ MOOC Accessibility Partnership. Está disponível em língua inglesa, começa a 8 de Outubro e pressupõe um trabalho semanal de 3 horas.

Para saber mais sobre o curso e realizar a inscrição visite a página Digital Accessibility: Enabling Participation in the Information Society.

Canivete suíço com pen USB

A página web da Direção Geral da Educação sofreu uma remodelação que pretende espelhar as alterações da nova legislação.

A aplicação para requisição de materiais escolares em formatos acessíveis foi um dos recursos cujo endereço foi alterado.

Relembramos que através do Centro de Recursos da DSEEAS/DGE é possível obter para os alunos que frequentam os ensinos básico e secundário os seguintes materiais:

  • Manuais escolares e livros em Braille
  • Manuais escolares e livros em formato daisy
  • Manuais escolares em formato PDF
  • Figuras em relevo

A aplicação informática para requisição online de manuais escolares em formatos acessíveis pelos agrupamentos de escolas/escolas não agrupadas está disponível no endereço http://area.dge.mec.pt/espmescolares/.

Os Agrupamentos e Escolas podem aceder à aplicação usando o código DGEEC da Escola sede do Agrupamento com a senha respetiva.

A fazer

Os manuais e livros em formato PDF tornam possível a leitura a quem não consegue folhear livros ou a quem tem dificuldade na pesquisa ou leitura.

Infelizmente, trazem consigo outros problemas. Dentre as recomendações que costumamos partilhar com os professores no sentido de minimizar esses problemas, destacámos anteriormente a possibilidade de uma solução mista - manual e ficheiro de apoio para notas ou resposta a questões; cópia do conteúdo do manual para um ficheiro editável ou conversão de partes relevantes do manual para um formato facilmente editável. Pode ler mais sobre essas possibilidades na publicação Manuais escolares acessíveis.

Tenha um bom ano. E se tiver dificuldades no acesso a estes materiais ou na sua utilização e implementação, pode sempre contactar-nos.

Muitas chaves de diferentes tamanhos e feitios

O regresso às aulas traz consigo, neste novo ano, legislação que pretende alterar de forma ainda mais significativa (radicalmente?) a forma como a escola se renova para acolher TODOS os alunos. Falámos neste espaço e é por demais conhecida a publicação do novo regime jurídico da educação inclusiva.

Desta transformação emerge, ainda mais, a necessidade de reflectir sobre as qualidades dos materiais educativos utilizados pelos professores. Para educar todos os alunos é fundamental que edifícios, equipamentos e materiais sejam acessíveis.

Num artigo anterior - Dia da Sensibilização para a Acessibilidade Global 2018  - referimos o guia da Agência Europeia para as Necessidades Especiais e a Educação Inclusiva, que pode ajudar as organizações que desejem fornecer informação acessível na educação.

Para a aquisição de materiais acessíveis, o National Center on Accessible Educational Materials criou os Indicadores de Qualidade para o Provimento de Materiais e Tecnologias Educativas Acessíveis (Quality Indicators for the Provision of Accessible Educational Materials and Technologies), sete recomendações a considerar para garantir a aquisição de materiais que tenham em conta todos os alunos.

  1. Sistema coordenado para provimento de materiais e tecnologias acessíveis
  2. Aquisição e disponibilização atempadas
  3. Directrizes escritas
  4. Oportunidades abrangentes de aprendizagem e assistência técnica
  5. Processo sistemático de recolha de dados
  6. Uso dos dados para guiar as mudanças
  7. Atribuição de recursos

Para saber mais sobre cada um destes indicadores, consulte a página Quality Indicators for the Provision of Accessible Educational Materials and Technologies e informação associada. Adicionalmente, pode ler o texto introdutório com mais informação sobre a história, desenvolvimento, utilização e princípios que norteiam estes Indicadores na página Preface to the Quality Indicators for the Provision of Accessible Educational Materials and Accessible Technologies.

No próximo dia 12, recomeça um ciclo em que os professores voltam a encontrar os seus alunos para novas aprendizagens. Hoje existem materiais gratuitos que, pela sua qualidade e relevância, podem ser factores adicionais de motivação para os alunos e ferramentas essenciais para os docentes.

Quer saber o que são os Recursos Educativos Abertos (REA)? Quer ampliar os seus conhecimentos sobre este tipo de recursos? Apresentamos uma infografia que resume visualmente os aspectos principais dos REA.

Através desta infografia ficamos a saber o que são os REA, que elementos os caracterizam e que razões poderão ter os docentes para usá-los. Também oferecemos repositórios de recursos abertos como o Proyecto EDIA e a plataforma Procomún (em espanhol).

Este é um material para difundir, motivar e gerar uma nova cultura educativa baseada em novos conteúdos educativos. Um recurso visual para imprimir, partilhar, enviar e oferecer a docentes, pais, alunos e a qualquer pessoa interessada na educação.

O Centro Nacional de Desarrollo Curricular en Sistemas no Propietarios (CEDEC), um organismo espanhol cujo objectivo é partilhar com toda a comunidade educativa materiais e recursos digitais de acesso livre, criou um recurso simples que permite compreender o que são os Recursos Educativos Abertos e desafiou-nos a traduzi-lo.

Pode ler e descarregar a versão em português da infografia REA - Recursos Educativos Abertos ou ao artigo do CEDEC Una infografía en muchos idiomas para explicar qué son los REA sobre este projecto.

Infografia explicando o que são os Recursos Educativos Abertos

 O V Congresso Internacional TIC e Educação – ticEDUCA2018 realiza-se já nos próximos dias 6 a 8 de setembro no Instituto de Educação da Universidade de Lisboa (IEUL).

O ticEDUCA é um evento bienal que se realiza desde 2010 no IEUL. o CANTIC - CRTIC Amadora participou numa das últimas edições. Este congresso tem-se constituído como um espaço de partilha e de reflexão sobre a investigação desenvolvida no domínio das Tecnologias Digitais na Educação e destina-se a toda a comunidade académica nacional e internacional – educadores, professores, formadores e estudantes de licenciatura, mestrado e doutoramento.

Em 2018, o congresso ticEDUCA adota o tema Technology Enhanced Learning.

Este congresso assume como objetivos:

  • divulgar práticas de inovação educativa onde as tecnologias e os ambientes online assumem um papel relevante;
  • disseminar resultados de investigação no domínio da educação e da formação com tecnologias digitais, numa perspetiva de construção de novas linhas de investigação e desenvolvimento;
  • estimular a reflexão crítica sobre modelos, espaços e estratégias de ação para a formação inicial e contínua de professores;
  • contribuir para a análise e desenvolvimento de linhas de orientação curricular inovadoras que contribuam para a construção da escola do século XXI.

Para mais informações, visite a página do ticEDUCA2018.

Entretanto, pode ler os livros de actas do Encontro ticEDUCA2016 em que, naturalmente, se fala de tecnologias nas escolas, nas bibliotecas, no apoio à comunicação, no ensino superior. Alguns artigos referem também as tecnologias de apoio. Continuação de boas leituras e até já.

 Ao longo do segundo período do ano letivo que terminou, a Professora Bibliotecária dinamizou, junto das turmas de 4º e 5º anos de escolaridade do Agrupamento de Escolas José Cardoso Pires, vários Ateliês de Poesia, dos quais resultou um conjunto de textos que agora apresentamos.

O aluno pode não nascer poeta mas pode crescer poeta. Cabe à escola também proporcionar-lhe estes contextos de descoberta e de crescimento.

O CANTIC (CRTIC Amadora) uniu-se à Biblioteca escolar em mais um projeto que mostra a extraordinária criatividade de muitos alunos - veja por si os textos e ilustrações criadas pelos jovens poetas.

Leia ou ouça o livro Vamos fazer um poema, a coletânea ilustrada de poesia que compilámos na plataforma Book Creator.

Se quiser aproveitar esta ideia para a sua escola, pode também ler o relato de uma professora americana que decidiu criar um livro de poesia com alunos de idades semelhantes às do projeto que apresentamos ou o de um professor que criou um livro de poesia de 163 páginas com autores de vinte e dois países ou ainda deliciar-se com a descoberta de uma jovem de sessenta anos que, ao publicar poesia pela primeira vez, escolheu a aplicação Book Creator.

 Para experimentar um verão novo cada dia, é difícil encontrar substitutos à altura de livros e viagens. Mesmo que um livro seja uma releitura ou que a viagem seja ao jardim na rua onde moramos, basta estarmos atentos para que cada passo ou cada página sejam descoberta e novidade.

Hoje, porém, temos um desafio bem diferente - um tabuleiro interactivo que é uma caixa de possibilidades de aprendizagem e jogo para quem o constrói e para quem depois o utiliza.

A Dra. Ida Brandão reuniu meia dúzia de actividades num tabuleiro criado com tampas de caixas de papel de fotocópia coladas e revestidas com papel de parede. Neste projecto temos um digitalizador de voz permite gravar e reproduzir gravações; um jogo de correspondências, uma caixa com um motor, um circuito eléctrico que acende uma lâmpada, um tubo com som e luz para estimulação sensorial e uma caixa surpresa.

Cada actividade é fixada ao tabuleiro principal através de ímanes.  Para criar estas actividades, basta construir pequenos circuitos elétricos recorrendo a componentes de motor DC, lâmpadas, circuitos eletrónicos - chip áudio, dispositivo de LED e buzzer - e caixinhas com artefactos em papel.

Sendo um projecto de fácil execução e com recursos acessíveis, este conjunto de ideias sugere muitas potencialidades, alternativas e formas de construção
Veja o vídeo do tabuleiro interactivo no Youtube.

Ecrã inicial do Chispas de luz 2 com as opções Falar e Ao abrir uma tabela, ler o conteúdo da primeira célula seleccionadas Há alguns anos partilhámos a versão portuguesa do Chispas de Luz, um conjunto de actividades pedagógicas do autor do Plaphoons, Jordí Lagares.

Sabendo que as férias são um tempo ideal para exercitar a memória, mostramos hoje o Chispas de Luz 2, com actividades para brincar com o vocabulário relacionado com a roupa, os animais, os alimentos, ou as partes de corpo e ainda com os números de 5 a 10 e algumas consoantes. As actividades apresentam uma progressão com aumento do número de itens à medida que avançamos.

Mais uma vez, na versão apresentada utiliza-se voz de síntese. Pode, no entanto, optar por editar o Chispas de Luz e gravar os sons. Para ouvir a voz de síntese deve seleccionar a opção Falar no menu Opções (ver imagem).

As actividades estão preparadas para se ouvir uma mensagem inicial ao abrir um ecrã. Para que isso aconteça, deve seleccionar Ao abrir uma tabela, ler o conteúdo da primeira célula, também no menu Opções - ver imagem). O aluno deve responder seleccionando a opção correcta. Caso queira ouvir novamente a mensagem inicial, pode premir o ícone do altifalante, no canto inferior direito do ecrã.

Descarregue o ficheiro comprimido Chispas de Luz 2, descomprima-o e, depois de lançar o programa Plaphoons, inicie as actividades a partir do ficheiro index.pla. O Chispas de Luz 2 também está disponível no repositório Plaphoteca.

A partir destes exemplos pode acrescentar outras actividades para enriquecer as existentes, separar as actividades por níveis de complexidade ou, quiçá, criar o Chispas de Luz 3. Quando isso acontecer, não se esqueça de partilhar os resultados connosco para que possamos divulgá-los.