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No próximo dia 12, recomeça um ciclo em que os professores voltam a encontrar os seus alunos para novas aprendizagens. Hoje existem materiais gratuitos que, pela sua qualidade e relevância, podem ser factores adicionais de motivação para os alunos e ferramentas essenciais para os docentes.

Quer saber o que são os Recursos Educativos Abertos (REA)? Quer ampliar os seus conhecimentos sobre este tipo de recursos? Apresentamos uma infografia que resume visualmente os aspectos principais dos REA.

Através desta infografia ficamos a saber o que são os REA, que elementos os caracterizam e que razões poderão ter os docentes para usá-los. Também oferecemos repositórios de recursos abertos como o Proyecto EDIA e a plataforma Procomún (em espanhol).

Este é um material para difundir, motivar e gerar uma nova cultura educativa baseada em novos conteúdos educativos. Um recurso visual para imprimir, partilhar, enviar e oferecer a docentes, pais, alunos e a qualquer pessoa interessada na educação.

O Centro Nacional de Desarrollo Curricular en Sistemas no Propietarios (CEDEC), um organismo espanhol cujo objectivo é partilhar com toda a comunidade educativa materiais e recursos digitais de acesso livre, criou um recurso simples que permite compreender o que são os Recursos Educativos Abertos e desafiou-nos a traduzi-lo.

Pode ler e descarregar a versão em português da infografia REA - Recursos Educativos Abertos ou ao artigo do CEDEC Una infografía en muchos idiomas para explicar qué son los REA sobre este projecto.

Infografia explicando o que são os Recursos Educativos Abertos

 O V Congresso Internacional TIC e Educação – ticEDUCA2018 realiza-se já nos próximos dias 6 a 8 de setembro no Instituto de Educação da Universidade de Lisboa (IEUL).

O ticEDUCA é um evento bienal que se realiza desde 2010 no IEUL. o CANTIC - CRTIC Amadora participou numa das últimas edições. Este congresso tem-se constituído como um espaço de partilha e de reflexão sobre a investigação desenvolvida no domínio das Tecnologias Digitais na Educação e destina-se a toda a comunidade académica nacional e internacional – educadores, professores, formadores e estudantes de licenciatura, mestrado e doutoramento.

Em 2018, o congresso ticEDUCA adota o tema Technology Enhanced Learning.

Este congresso assume como objetivos:

  • divulgar práticas de inovação educativa onde as tecnologias e os ambientes online assumem um papel relevante;
  • disseminar resultados de investigação no domínio da educação e da formação com tecnologias digitais, numa perspetiva de construção de novas linhas de investigação e desenvolvimento;
  • estimular a reflexão crítica sobre modelos, espaços e estratégias de ação para a formação inicial e contínua de professores;
  • contribuir para a análise e desenvolvimento de linhas de orientação curricular inovadoras que contribuam para a construção da escola do século XXI.

Para mais informações, visite a página do ticEDUCA2018.

Entretanto, pode ler os livros de actas do Encontro ticEDUCA2016 em que, naturalmente, se fala de tecnologias nas escolas, nas bibliotecas, no apoio à comunicação, no ensino superior. Alguns artigos referem também as tecnologias de apoio. Continuação de boas leituras e até já.

 Ao longo do segundo período do ano letivo que terminou, a Professora Bibliotecária dinamizou, junto das turmas de 4º e 5º anos de escolaridade do Agrupamento de Escolas José Cardoso Pires, vários Ateliês de Poesia, dos quais resultou um conjunto de textos que agora apresentamos.

O aluno pode não nascer poeta mas pode crescer poeta. Cabe à escola também proporcionar-lhe estes contextos de descoberta e de crescimento.

O CANTIC (CRTIC Amadora) uniu-se à Biblioteca escolar em mais um projeto que mostra a extraordinária criatividade de muitos alunos - veja por si os textos e ilustrações criadas pelos jovens poetas.

Leia ou ouça o livro Vamos fazer um poema, a coletânea ilustrada de poesia que compilámos na plataforma Book Creator.

Se quiser aproveitar esta ideia para a sua escola, pode também ler o relato de uma professora americana que decidiu criar um livro de poesia com alunos de idades semelhantes às do projeto que apresentamos ou o de um professor que criou um livro de poesia de 163 páginas com autores de vinte e dois países ou ainda deliciar-se com a descoberta de uma jovem de sessenta anos que, ao publicar poesia pela primeira vez, escolheu a aplicação Book Creator.

 Para experimentar um verão novo cada dia, é difícil encontrar substitutos à altura de livros e viagens. Mesmo que um livro seja uma releitura ou que a viagem seja ao jardim na rua onde moramos, basta estarmos atentos para que cada passo ou cada página sejam descoberta e novidade.

Hoje, porém, temos um desafio bem diferente - um tabuleiro interactivo que é uma caixa de possibilidades de aprendizagem e jogo para quem o constrói e para quem depois o utiliza.

A Dra. Ida Brandão reuniu meia dúzia de actividades num tabuleiro criado com tampas de caixas de papel de fotocópia coladas e revestidas com papel de parede. Neste projecto temos um digitalizador de voz permite gravar e reproduzir gravações; um jogo de correspondências, uma caixa com um motor, um circuito eléctrico que acende uma lâmpada, um tubo com som e luz para estimulação sensorial e uma caixa surpresa.

Cada actividade é fixada ao tabuleiro principal através de ímanes.  Para criar estas actividades, basta construir pequenos circuitos elétricos recorrendo a componentes de motor DC, lâmpadas, circuitos eletrónicos - chip áudio, dispositivo de LED e buzzer - e caixinhas com artefactos em papel.

Sendo um projecto de fácil execução e com recursos acessíveis, este conjunto de ideias sugere muitas potencialidades, alternativas e formas de construção
Veja o vídeo do tabuleiro interactivo no Youtube.

Ecrã inicial do Chispas de luz 2 com as opções Falar e Ao abrir uma tabela, ler o conteúdo da primeira célula seleccionadas Há alguns anos partilhámos a versão portuguesa do Chispas de Luz, um conjunto de actividades pedagógicas do autor do Plaphoons, Jordí Lagares.

Sabendo que as férias são um tempo ideal para exercitar a memória, mostramos hoje o Chispas de Luz 2, com actividades para brincar com o vocabulário relacionado com a roupa, os animais, os alimentos, ou as partes de corpo e ainda com os números de 5 a 10 e algumas consoantes. As actividades apresentam uma progressão com aumento do número de itens à medida que avançamos.

Mais uma vez, na versão apresentada utiliza-se voz de síntese. Pode, no entanto, optar por editar o Chispas de Luz e gravar os sons. Para ouvir a voz de síntese deve seleccionar a opção Falar no menu Opções (ver imagem).

As actividades estão preparadas para se ouvir uma mensagem inicial ao abrir um ecrã. Para que isso aconteça, deve seleccionar Ao abrir uma tabela, ler o conteúdo da primeira célula, também no menu Opções - ver imagem). O aluno deve responder seleccionando a opção correcta. Caso queira ouvir novamente a mensagem inicial, pode premir o ícone do altifalante, no canto inferior direito do ecrã.

Descarregue o ficheiro comprimido Chispas de Luz 2, descomprima-o e, depois de lançar o programa Plaphoons, inicie as actividades a partir do ficheiro index.pla. O Chispas de Luz 2 também está disponível no repositório Plaphoteca.

A partir destes exemplos pode acrescentar outras actividades para enriquecer as existentes, separar as actividades por níveis de complexidade ou, quiçá, criar o Chispas de Luz 3. Quando isso acontecer, não se esqueça de partilhar os resultados connosco para que possamos divulgá-los.

 Com tantas leituras para este Verão, esquecemo-nos de sugerir leituras mais consentâneas com o sol e a praia e o período menos atarefado das escolas. Para nos redimirmos, divulgamos uma história de viagens transcontinentais, perigos e realeza.

A Princesa e os Animais é um livrinho extraordinário cujo texto e ilustrações são da autoria de alunos do Pré-Escolar e do 1º Ciclo da Escola Básica Moinhos da Funcheira. Já referimos sobejamente a importância deste tipo de actividade para a formação de crianças leitoras mas este livro é também um belíssimo testemunho dos benefícios do trabalho colaborativo junto com uma criatividade transbordante.
Entre espiões e raptos, anacronismos vários, heroínas e heróis vemo-nos envolvidos numa luta - muito actual - de preservação da natureza.

Recentemente, no âmbito de mais uma colaboração entre a Biblioteca Escolar e o CANTIC - CRTIC Amadora, registámos a leitura dos alunos e, posteriormente, criámos um filme que foi distribuído aos pais dos pequenos leitores.

Entretanto, decidimos partilhar este livro através da aplicação Book Creator. O Book Creator foi originalmente criado para a plataforma iOS e, desde Agosto, está disponível para o Google Chrome. A facilidade de criação de livros digitais e as ferramentas para o fazer são duas vantagens poderosas da aplicação. Os resultados são, na maior parte dos casos, espectaculares.

Mas a aplicação continua a crescer e a ver adicionadas novas características. No início do ano foi acrescentada a possibilidade de vários utilizadores trabalharem em conjunto no mesmo projecto a partir de vários dispositivos. Realçamos ainda aspectos relacionados com a acessibilidade: desde Maio, mesmo as crianças que não tenham conta de email podem aceder aos livros através de QR-Codes. Para alunos que não saibam escrever, o Book Creator escreve o que se dita.

A versão gratuita do Book Creator para Chrome permite criar 40 livros.

 No seguimento da publicação do Decreto-Lei n.º 54/2018, de 6 de julho, a Direção Geral da Educação divulgou o Manual de Apoio à Prática para apoiar os profissionais na implementação do novo regime jurídico da educação inclusiva e os pais/encarregados de educação na sua colaboração com a escola.

Logo nos textos iniciais somos levados a reflectir sobre a importância da nova legislação e sobre as características do manual e o seu conteúdo dinâmico, pretendendo-se que as escolas, profissionais e encarregados de educação contribuam com propostas para complementá-lo. Além disso, o manual assume também a sua vocação eminentemente prática de suporte à implementação das mudanças que o Decreto nos convoca a todos a realizar, oferecendo informação adicional que ajude a escola a organizar-se para melhor responder às necessidades de todos os alunos.

Em cerca de cinquenta páginas somos levados a fazer uma visita pelos conceitos, opções e novidades do Decreto-Lei. O último capítulo numerado dedica-se a explorar os diferentes recursos específicos de apoio à aprendizagem e à inclusão, nos quais se integram os CRTIC. O resto do documento contém ferramentas de apoio à implementação do Decreto-Lei.

Os capítulos têm uma estrutura e organização fáceis e a maioria termina com um conjunto de recursos indicativos que se apresentam reunidos no final. Estes recursos são anexos valiosos que podem ajudar as escolas a conhecer melhor a sua realidade e a desenhar os passos necessários à mudança.

O compromisso com a construção de uma escola inclusiva, uma escola na qual todos os alunos têm oportunidade de realizar aprendizagens significativas e na qual todos são respeitados e valorizados, uma escola que corrige assimetrias e que desenvolve ao máximo o potencial de cada aluno, é um desígnio nacional e um desafio para o qual estamos TODOS convocados.

Estante com livros e ecrã com vista da espaço de estudo ou aulasO prazo normal para a apresentação da candidatura à primeira fase do concurso nacional de acesso ao ensino superior inicia-se amanhã, dia 18 de julho, e decorre até ao dia 7 de agosto.

Para apoiar a tomada de decisão de alunos com necessidades especiais que queiram ingressar no ensino superior sugere-se:

  1. Contacto com os gabinetes das Instituições de Ensino Superior (IES) para esclarecimento de dúvidas. A equipa do Balcão incluIES compilou os contactos dos gabinetes de apoio e criou o Diretório de Contactos dos Gabinetes de Apoio das IES.
  2. Consulta das condições de acolhimento das IES
    No sítio Web da DGES encontra uma página com Informação sobre as IES.
  3. Contacto com as Instituições de Ensino Superior e partilha previa de informação com os seus profissionais de forma a potenciar um melhor acolhimento no futuro próximo.

Em consonância com o compromisso do XXI Governo para com a promoção da acessibilidade dos cidadãos com necessidades especiais ao ensino superior e ao conhecimento (estudantes, docentes e não docentes e investigadores), a área governativa da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, em parceria com outras áreas governativas e diversas instituições, promoveu um conjunto de iniciativas:

  • Criação do Grupo de Trabalho para as Necessidades Especiais na Ciência, Tecnologia e Ensino Superior (GT-NECTES) cujas recomendações integram o Plano Estratégico para as Necessidades Especiais em CTES, estando algumas das recomendações a serem já implementadas
  • Lançamento do Balcão IncluIES no site da DGES, que passou a reunir num único sítio conteúdos sobre apoio à deficiência
  • Criação no ano letivo 2017/2018 da Bolsa de Estudo para Frequência do Ensino Superior de Estudantes com incapacidade igual ou superior a 60 %, a qual foi atribuída a 486 estudantes num montante global superior a 660.000 euros
  • Alargamento do contingente especial para candidatos com deficiência física e sensorial no Concurso Nacional de Acesso 2018 (CNA), com aumento das vagas e extensão do contingente à segunda fase do CNA
    • 1.ª Fase do CNA – 4% de vagas para candidatos com deficiência física e sensorial
    • 2.ª Fase do CNA – 2% de vagas para candidatos com deficiência física e sensorial.

Foi ainda realizado um Inquérito às Instituições de Ensino Superior e respetivas Unidades Orgânicas sobre necessidades educativas especiais – 2017/18. Vale a pena conhecer os resultados do inquérito que entretanto foram divulgados.

  • 1644 alunos com necessidades educativas especiais estão inscritos em instituições de ensino superior
  • diplomaram-se em 2016/17 303 estudantes com necessidades educativas especiais em estabelecimentos de ensino superior, 61% dos quais em licenciaturas
  • 56,3% das instituições de ensino superior possuem regulamentação para alunos com necessidades educativas especiais
  • existem Serviços de Apoio em 45,5% das instituições de ensino superior e em 50,1% das unidades orgânicas
  • 98,5% das unidades orgânicas organizam transportes adaptados com regularidade para trajetos específicos ou em situações pontuais.

O Inquérito às Instituições de Ensino Superior e respetivas Unidades Orgânicas sobre necessidades educativas especiais – 2017/18 surge no âmbito do programa Inclusão para o Conhecimento, criado pela área governativa da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior em articulação com a Direção-Geral do Ensino Superior (DGES) e a Fundação para a Ciência e a Tecnologia (FCT).

O programa Inclusão para o Conhecimento tem como objetivos promover condições adequadas à inclusão de pessoas com necessidades especiais em termos de formação, desempenho de atividades docentes e de investigação, de participação ativa na vida académica, social, desportiva e cultural, e acesso geral ao conhecimento no contexto das Instituições de Ensino Superior e do Sistema Científico e Tecnológico Nacional.

Excerto de página do dicionário com entrada LegislaçãoNo dia 6 de Julho foi publicado o Decreto-Lei nº 54/2018. O novo e sobejamente aguardado regime jurídico da educação inclusiva revoga o Decreto-Lei n.º 3/2008, de 7 de janeiro, alterado pela Lei n.º 21/2008, de 12 de maio e a Portaria n.º 201-C/2015, de 10 de julho.

Este decreto-lei estabelece os princípios e as normas que garantem a inclusão, enquanto processo que visa responder à diversidade das necessidades e potencialidades de todos e de cada um dos alunos, através do aumento da participação nos processos de aprendizagem e na vida da comunidade educativa.

Identifica as medidas de suporte à aprendizagem e à inclusão, as áreas curriculares específicas, bem como os recursos específicos a mobilizar para responder às necessidades educativas de todas e de cada uma das crianças e jovens ao longo do seu percurso escolar, nas diferentes ofertas de educação e formação.

Aplica-se aos agrupamentos de escolas e escolas não agrupadas, às escolas profissionais e aos estabelecimentos da educação pré-escolar e do ensino básico e secundário das redes privada, cooperativa e solidária.

Produz efeitos a partir do ano escolar 2018-2019 mas as escolas devem preparar o ano lectivo considerando já as implicações do diploma.

Também no dia 6, foi publicado o Decreto-Lei nº 55/2018 que estabelece o currículo dos ensinos básico e secundário e os princípios orientadores da avaliação das aprendizagens.

No prólogo dois dois diplomas refere-se um documento essencial a que nos referimos recentemente, o Perfil dos alunos à saída da escolaridade obrigatória.

Apesar do Verão incerto, fica desde já garantida leitura forte para muitos dos dias que se avizinham.

 Recentemente, tivemos o prazer de folhear o livro Guidelines for Supporting Children with Disabilities' Play: Methodologies, tools, and contexts, de Pedro Encarnação, Sylvie Ray-Kaeser e Nicole Bianquin.

Todas as crianças querem e precisam de brincar. O papel fundamental do jogo na aprendizagem e desenvolvimento das crianças deve obrigar-nos a tratar esta matéria como prioritária. Infelizmente, e apesar do direito ao jogo estar inscrito em documentos como a Convenção sobre os Direitos da Criança ou na Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência, muitas crianças ainda são impedidas de brincar.

No caso das crianças com deficiência, as barreiras institucionais, socioculturais e físicas têm impactos ainda mais pesados e, por isso, o trabalho nesta área pode permitir compreender melhor esses impactos e ajudar na procura de soluções que devolvam este direito a todos.

Pedro Encarnação trabalha há muitos anos na promoção da ideia da importância do jogo para as crianças com deficiência. Foi um dos investigadores na base da criação da plataforma LUDI de divulgação desta ideia enquanto campo de investigação. Editou livros com reconhecidos autores como Albert Cook e Kim Adams. É co-autor de dois dos capítulos do livro Guidelines for Supporting Children with Disabilities' Play.

O livro, em inglês, desenvolve-se em dez capítulos de diferentes autores.
Chapter 1 – What is play?
Chapter 2 – Do children with disabilities play?
Chapter 3 – What barriers to play do children with disabilities face?
Chapter 4 – Are our children playing?
Chapter 5 – How can I, as an adult, facilitate play?
Chapter 6 – What Assistive Technologies exist to enable participation in play?
Chapter 7 – Which toys and games are appropriate for our children?
Chapter 8 – Which digital games are appropriate for our children?
Chapter 9 – Which spaces are appropriate for our children?
Chapter 10 – Take home messages

Pode ler o livro online ou descarregá-lo em formato PDF ou ePub. Também é possível adquiri-lo em papel.

Livro Guidelines for Supporting Children with Disabilities' Play por capítulos em formato PDF.

Livro Guidelines for Supporting Children with Disabilities' Play completo em formato ePub.

Na plataforma LUDI pode encontrar outros livros relacionados com esta temática.
Boas leituras!