Saltar para o conteúdo

 Todos os dias clicamos inúmeras vezes para procurar, ler, ouvir, ver, interagir, jogar e criar. Estamos a fazê-lo da forma certa? Atrás de cada clique, há informação ou conteúdo que alguém criou. Sabemos onde procurar informação ou em que fontes acreditar? Sabemos como devemos relacionar-nos criticamente com a informação, com os meios de comunicação ou com a tecnologia?

A semana Global Media and Information Literacy, que se celebra anualmente desde 2012, decorre este ano de 25 de Outubro a 1 de Novembro. Esta iniciativa liderada pela UNESCO reúne vários actores comprometidos com a promoção da literacia da informação como meio de fomentar a inclusão social e o diálogo intercultural.

Para saber mais sobre a sexta celebração anual da Literacia da Informação e dos Media visite a página Global MIL Week 2017.

Para registar um evento relacionado com esta semana, visite a página de registo da Global Mil Week 2017.

Para juntar-se às celebrações deste evento mundial pode acolher uma ou mais das 10 maneiras de celebrar a Global MIL Week propostas pela UNESCO.

Se for uma escola, pode descarregar o ficheiro com 10 formas baratas de as escolas celebrarem.

Para aprofundar esta temática, pode utilizar as várias publicações sobre literacia da informação da UNESCO.

Finalmente, mesmo que este ano não consiga juntar-se ao evento, e dada a actualidade e urgência da formação de utilizadores críticos e conscientes, atrevemo-nos a sugerir a leitura de três documentos.
Understanding information literacy: a primer (PDF em inglês)
Alfabetização midiática e informacional: currículo para formação de professores (PDF em português do Brasil)
Media education: a kit for teachers, students, parents and professionals (PDF em inglês)

 A Divisão de Educação da Câmara Municipal de Sintra, no âmbito do acompanhamento e apoio às dinâmicas da educação especial nos Agrupamentos de Escolas e Escola Secundária do concelho, promove o 7.º Encontro de Práticas para a Inclusão, dirigido a técnicos, professores, assistentes operacionais e famílias, a realizar no dia 21 de outubro, sábado, das 9h00 às 17h30, na Escola Secundária P.e Alberto Neto, em Queluz.

Neste 7.º Encontro, pretende-se dar continuidade à partilha de práticas e vivências entre os Agrupamentos de Escolas e Escola Secundária do concelho, as famílias e a comunidade educativa mais alargada, a fim de aprofundar a reflexão conjunta que vem sendo construída.

Durante o dia divulgar-se-ão os dados recolhidos no âmbito do Projeto Educativo Local: diagnóstico da situação dos alunos com necessidades educativas especiais. A Dra. Helena Marujo, do Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas, disponibilizar-se-á a pensar com os presentes acerca da urgência em Educar para a esperança e para o optimismo. Dar-se-á continuidade à realização de Oficinas, valorizando o trabalho dos Agrupamentos de Escolas, Escola Secundária e outros parceiros, através da apresentação das suas experiências e das suas práticas, consideradas inovadoras, na resposta aos alunos desde o Pré-escolar ao Ensino Secundário.

Destaca-se ainda o contributo de alguns profissionais, que através da sua abordagem, reforçam esta convicção numa prática capaz de proporcionar momentos de relação/aprendizagem que se tornem significativos para cada um, alunos, docentes, técnicos e famílias.

Pode descarregar o programa (PDF não acessível) do 7.º Encontro de Práticas para a Inclusão ou ver a versão textual a seguir.

8h30 Abertura do Secretariado
9h30 SESSÃO DE ABERTURA
10h00 Projeto de promoção do sucesso - Apresentação do diagnóstico da situação dos alunos com necessidades educativas especiais (Lúcia Canha, Bolseira Pós-Doc da FCT - inclusão social e profissional da pessoa com deficiência no seu processo de transição para a vida e Departamento de Educação da Câmara Municipal de Sintra)
11h00 Pausa
11h30 OFICINAS
OFICINA 1 Desafios à intervenção do Município - construindo a escola inclusiva (Lúcia Canha e Departamento de Educação da Câmara Municipal de Sintra)
OFICINA 2 Ainda podemos brincar na Escola? (AE Alfredo da Silva e Associação para a Promoção do Desenvolvimento Juvenil)
OFICINA 3 Uma Escola de todos, Experiências de Meditação (AE de Massamá)
OFICINA 4 O direito à sexualidade dos jovens com NEE (ACES Sintra - José Manuel Cardoso)
OFICINA 5 Corpo Habitado (espaço_corpo, Joana Andrade)
OFICINA 6 Oficinas de Pais (Associação Pais em Rede)
13h00 Almoço
15h00 À conversa com... Educar para a Esperança e para o optimismo: onde estamos 20 anos depois? (Helena Marujo e Luís Miguel Neto - ISCSP-ULisboa)
16h30 Momento Musical

Para se inscrever, use o formulário de inscrição no 7º Encontro Práticas Inclusivas.

 A Deliberação 1495/2016 de 6 de Setembro da Comissão Nacional de Proteção de Dados sobre a disponibilização de dados pessoais de alunos no sítio da Internet dos estabelecimentos de educação e ensino tentou responder às actuais preocupações de muitos actores na área da educação sobre o "estabelecimento de critérios rigorosos que enquadrassem a disponibilização de informação pessoal na Internet, de modo a acautelar a defesa dos direitos das crianças, designadamente o direito à proteção de dados pessoais e à privacidade."

O difícil balanço entre direito à privacidade e a importância da livre circulação da informação convive hoje com desafios extraordinários e, talvez por isso, tem sido pontuado por episódios graves que podem pôr em causa pessoas e instituições.

A Equipa de Recursos e Tecnologias Educativas da Direção-Geral da Educação promove dois encontros subordinados ao tema Privacidade de dados em estabelecimentos escolares nos próximos dias 9 e 11 de outubro, respectivamente em Aveiro e Almada.

Estes eventos, realizados em parceria com a Comissão Nacional de Proteção de Dados, têm como público-alvo os Diretores das Unidades Orgânicas de Portugal Continental, constituindo-se como uma mais-valia no incremento do conhecimento para a melhoria e consolidação da prática administrativa e pedagógica dos estabelecimentos escolares.

No dia 9 de outubro, o encontro realiza-se no Auditório da Reitoria da Universidade de Aveiro entre as 14h00 e as 16h30.

No dia 11 de outubro, o encontro realiza-se na Aula Magna do Instituto Piaget (Almada), também entre as 14h00 e as 16h30.

A participação é gratuita mas sujeita a inscrição. Pode inscrever-se para participar através do link de inscrição no Encontro Privacidade de dados em estabelecimentos escolares usando as credenciais da DGEEC.

Positive Online Content CampaignEsta semana decorre a Campanha de Conteúdo Online Positivo. O Centro Internet Segura publica conteúdos que visam a sensibilização para esta questão. Crianças, professores e educadores, pais e cuidadores, produtores e provedores de conteúdo para crianças podem (e devem) envolver-se e beneficiar desta campanha!

A iniciativa de sensibilização está a ser coordenada a nível europeu em cooperação com a plataforma Better Internet for Kids e a rede Insafe, que o Centro Internet Segura Português integra.

O objetivo final da campanha é criar uma experiência online melhor para crianças: uma internet com conteúdo online positivo que "permite o seu crescimento, aprendizagem e diversão, desenvolvendo uma visão positiva de si e o respeito pela sua identidade, contribuindo para o aumento da sua participação na sociedade e motivando a produção e distribuição do seu próprio conteúdo positivo".

Além da promoção genérica dos conteúdos online positivos através de um novo website com vários exemplos em toda a Europa, a campanha também tem como objetivo fornecer ferramentas concretas e práticas que ajudem na criação e divulgação destes conteúdos. Criadores, educadores e pais têm acesso a uma lista de verificação com qualidades e critérios para conteúdo online positivo (disponível em português).

Para mais informações e para aceder aos conteúdos publicados em português, veja a página do Centro Internet Segura.

Sobre a campanha europeia visite o novo site (em inglês) Better Internet for Kids - Positive Online Content.

Pode ainda participar consultando a lista de verificação de conteúdo online positivo. Também pode ver, usar e partilhar os exemplos de conteúdo positivo e seguir @Insafenetwork e o hashtag #positivecontent no Twitter ou gostar da página Insafe no Facebook.

Terminaram hoje as V Jornadas Pedagógicas de Vila Franca de Xira - Isto já não é o que era... Os desafios da escola no século XXI. No primeiro dia de trabalhos, na Fábrica das Palavras, a Biblioteca Municipal, tivemos oportunidade de ouvir Castro Caldas falar da necessidade de diálogo entre a neurociência e a educação, com investimento numa disciplina nova - ciência da translação, da relevância da intervenção pedagógica como peça fundamental do desenvolvimento das crianças e jovens e da repetição activa de procedimentos - entre eles a leitura - como motor para a criação de áreas específicas no cérebro que optimizem esses procedimentos. David Rodrigues aproveitou uma frase de Jorge Luís Borges - O verdadeiro labirinto é o deserto - para rever o tema das Jornadas e dizer que Isto nunca foi o que era, falar da importância das bibliotecas enquanto espaços privilegiados de criação de referências e, por isso, verdadeiros espaços anti-deserto e espaços de relação, ingrediente fundamental da aprendizagem. Fernando Franco, falou de ambientes educativos inovadores, as chamadas salas de aula do futuro, e deixou-nos um mapa do país com as escolas onde estas experiências têm espaços específicos. Carlos Pinheiro falou dos desafios e oportunidades da leitura digital e Maria José Vitorino concluiu com uma provocação sobre a importância de prevermos o futuro construindo-o com o nosso compromisso diário. A fechar a manhã, alguns alunos declamaram textos de autores portugueses, acompanhados de uma belíssima apresentação multimédia.

A tarde, no Museu do Neo-Realismo, contou com o relato das experiências de Erasmus+ de uma dezena de alunos de cursos profissionais e a apresentação do Livro Livre, um projecto de Francisco Bairrão Ruivo e Danuta Wojciechowska um projecto que desafio os leitores mais jovens a tornarem-se escritores através do relato das memórias de quem viveu o 25 de Abril. O dia terminou com novo momento cultural, depois da apresentação do projecto Mithós a Ler.

No segundo dia das Jornadas, na Escola Reinaldo dos Santos, os participantes escolheram oficinas sobre diversas temáticas. Como referimos na semana passada, a oficina de criação de livros adaptados foi dinamizada pelo CANTIC (CRTIC Amadora). Depois de uma introdução sobre as razões para adaptar livros e as adaptações mais comuns, foram mostradas vários exemplos de livros - entre os quais três extraordinários trabalhos disponíveis na Biblioteca Reinaldo dos Santos - os formandos foram desafiados a criar pequenos projectos de livros, com bases em temas diversos. Os resultados estiveram à altura da criatividade dos professores - uma história dominó, uma caixa de ovos ou um livro para aprendizagem dos números e das estações do ano, uma nau que transportava fragrâncias do Oriente e de outras paragens, um rei e uma rainha para muitas histórias futuras ou ainda uma história fria com gelados e formas geométricas e uma apresentação cheia de energia. Deixamos um curto registo fotográfico destes momentos no álbum V Jornadas Pedagógicas de Vila Franca de Xira.

Para todos os que nos honraram com a sua participação empenhada na oficina - e para todos os professores portugueses -, votos de um excelente ano lectivo.

Quintas jornadas pedagógicas Vila Franca XiraPara começar o ano letivo da melhor forma, o Centro de Formação de Professores Infante D. Pedro promove a ação de formação V Jornadas Pedagógicas Vila Franca de Xira - Isto já não é o que era... Os desafios da escola no século XXI, a 11 e 12 de setembro, já na próxima semana.

Entre as várias propostas disponíveis nos dois dias deste evento, conta-se a oficina Criação de livros adaptados, dinamizada na tarde do dia 12 de setembro pelo CANTIC (CRTIC Amadora).

A formação tem a duração de 12 horas (0,5 créditos) e os principais destinatários da ação são educadores de infância, professores dos ensinos básico e secundário e educadores (com acreditação), mas também poderão assistir mediadores de leitura, animadores, bibliotecários, técnicos de BM (sem acreditação).

Na atual sociedade da informação, a escola confronta-se com processos complexos de mudança, com implicações nos modos de aprender e de se exercer a ação educativa. Com esta formação, pretende-se a reflexão, a aprendizagem contínua e a melhoria da compreensão sobre a importância das novas tecnologias na escola e também sobre as boas práticas de ensino aprendizagem abrangentes a qualquer disciplina, integrando os formandos no novo paradigma da escola do século XXI.

A diversidade do formato (palestras, partilha de projetos e de boas práticas, e oficinas) quer possibilitar um leque diversificado de abordagens, privilegiando os domínios identificados como prioritários para aprofundar, discutir e refletir.

Para saber mais sobre este evento formativo e realizar a sua inscrição, visite a página V Jornadas Pedagógicas de Vila Franca de Xira.

 Termina no final deste mês do mês de Setembro o prazo para análise da Alteração ao Decreto-lei n.º 3/2008, de 7 de janeiro. Até ao dia 31 de agosto 30 de Setembro de 2017, é possível enviar sugestões relacionadas com o conteúdo deste documento para o endereço de correio eletrónico edinclusiva@dge.mec.pt.

No início de Julho fomos surpreendidos com a versão para consulta pública da alteração ao Decreto-lei n.º 3/2008 que plasma em forma de texto os resultados de um período longo de consultas, recomendações e conclusões recolhidas e elaboradas pelo grupo de trabalho criado pelo Despacho n.º 7617/2016 em meados do ano passado.

A importância central deste texto para o futuro da escola em Portugal leva-nos a relembrá-lo. As alterações substanciais preconizadas devem ser objecto de uma reflexão fundada na leitura desapaixonada, na experiência de cada um e na partilha aberta e séria de soluções que possam contribuir para uma educação mais adequada para todos os alunos, "numa escola inclusiva onde todos e cada um dos alunos, independentemente da sua situação pessoal e social, encontram respostas que lhes possibilitam a aquisição de um nível de educação e formação que permita a sua plena integração social."

Descarregue, leia e comente o documento Alteração ao Decreto-lei n.º 3/2008, de 7 de janeiro – Versão para consulta pública e, se tiver sugestões, gaste o endereço de correio eletrónico edinclusiva@dge.mec.pt.

No próximo ano letivo, a Direção-Geral da Educação (DGE) promove a iniciativa Programação e Robótica no Ensino Básico. Esta iniciativa decorre da implementação do projeto-piloto Iniciação à Programação no 1.º Ciclo do Ensino Básico que, entre 2015 e 2017, envolveu mais de setenta mil alunos. Neste trabalho, a DGE conta com o apoio da Universidade de Évora, do Instituto Politécnico de Setúbal, da Associação Nacional dos Professores de Informática e da Microsoft Portugal.

As estatísticas divulgadas durante a apresentação da InCODE 2030 relativamente à utilização das tecnologias em Portugal mostra a urgência de crescermos nesta área. Considerando as necessidades de profissionais e o potencial de crescimento no campo das Tecnologias de Informação e Comunicação (15 mil empregos em Portugal, 500 mil na União Europeia com 750 mil projectados para 2020), é fundamental trabalhar desde cedo competências como a programação e a robótica.
Se considerarmos o aumento dos índices de motivação, o espírito de equipa gerado entre os alunos e o número de alunos empenhados nas tarefas, parece fazer ainda mais sentido a utilização de robots na sala de aula, sobretudo quando basta um pouco de imaginação para que estes possam ser uma ferramenta de aprendizagem em qualquer disciplina.

As atividades de Programação e Robótica no Ensino Básico são dirigidas a alunos do 1.º ao 9.º ano de escolaridade e podem ser dinamizadas na Oferta Complementar, nas Atividades de Enriquecimento Curricular ou na Oferta de Escola.

Para participar nesta iniciativa, as escolas devem registar-se até ao dia 15 de agosto de 2017 através do formulário disponível em http://area.dge.mec.pt/dspe1cip utilizando as credenciais fornecidas pela DGEEC.

Os estabelecimentos de ensino envolvidos nesta iniciativa terão acesso a um sistema de acompanhamento e apoio presencial e online, através da realização de diversos eventos regionais e de uma comunidade de prática que disponibilizará um conjunto de recursos educativos digitais.

Informações adicionais sobre esta iniciativa poderão ser obtidas através do endereço de correio eletrónico: probotica@dge.mec.PT.

Nada existe no intelecto que não tenha passado pelos sentidos (Artistóteles)

Recentemente tivemos oportunidade de trabalhar com dois grupos de professores sobre a importância das tecnologias na resposta aos desafios educativos presentes.
(Ferramentas digitais: Apoios nas atividades de aprendizagem. Como?, um grupo focal com a Dra Sílvia Zuzarte,  e Formar + Inovar = Incluir: formar para a inclusão na Biblioteca Escolar, uma oficina de exploração de um programa de autoria)

Nos dois encontros falámos sobre as virtudes das tecnologias na resposta aos desafios do Design Universal da Aprendizagem e, de forma mais breve, apresentámos também o conceito de gamificação e explorámos ferramentas que utilizam o jogo como motor da aprendizagem e que muitos professores já usam com sucesso na criação de uma sala de aula inclusiva.

Eis algumas dessas ferramentas.

Atr mini

O Atr mini é um conjunto de jogos que exploram conceitos matemáticos. o Atr mini está disponível para Windows e Mac mas também para Android e iOS.

QR Treasure Hunt Generator!

O Treasute Hunt Generator é uma plataforma que permite criar uma caça ao tesouro baseadqa em QR Codes. Depois de introduzirmos as questões, que são traduzidas em QRCodes específicos, imprimimos os QR Codes e espalhamo-los pelo local da caça ao tesouro. A caça ao tesouro consiste em encontrar os QR Codes e responder aos desafios colocados. São necessários telemóveis e uma aplicação de leitura de QR Codes mas não é necessária ligação à internet.

Mentimeter

Com o Mentimeter, podemos receber feedback dos alunos sobre as questões que estivermos a apresentar, submetendo-as a votação e recebendo os resultados em tempo real.

JClic

O JClic é um programa de autoria semelhante ao Hotpotatoes que  permite desenhar vários tipos de actividades educativas com um elevado grau de jogabilidade. Temo-nos referido ao JClic nesta página com alguma frequência.

Foram também referidas as plataformas Kahoot! e Socrative e atrevemo-nos ainda a propor o Trivinet, uma plataforma espanhola cujo conceito é semelhante ao do Kahoot.

A gamificação consiste na apropriação de elementos ou dinâmicas usadas nos jogos e na sua aplicação a objectos e estratégias educativas de modo a promover a aprendizagem através da resolução de problemas.

A plataforma ScolarTIC disponibilizou uma apresentação de duas professoras espanholas que partilham uma experiência de gamificação num contexto específico de educação especial. Pode ver a apresentação Experiencia gamificada en Educación Especial e, se quiser saber mais sobre o trabalho realizado, pode ver também o debate Gamificação na Educação Especial.

Gamifique, ludifique, joguifique. Terá certamente experiências de utilização de jogos na sala de aula. Gostaríamos muito de receber os seus comentários, experiências e histórias sobre esta temática.

 Decorreu no dia 6 de Julho, na Escola José Cardoso Pires, a reunião da rede de escolas de hospital do projecto TeleAula (Centro de Medicina de Reabilitação de Alcoitão, Hospital de Dona Estefânia, Hospital de Santa Maria e Instituto Português de Oncologia). Às professoras dos hospitais e ao CANTIC juntou-se o professor Carlos, da EBI da Bobadela, que desenvolve regularmente actividades através de videoconferência com o HDE e o IPO.

Este encontro anual tem como objectivos a partilha do trabalho do ano lectivo e dos aspectos positivos e negativos registados e a definição da linha temática que ajudará a definir uma parte das actividades do ano lectivo.

Como tema para o ano de 2017-18, tomámos da União Europeia o Ano Europeu do Património Cultural com o qual se pretende incentivar a partilha e a apreciação do património cultural da Europa enquanto recurso partilhado, sensibilizar para a história e os valores comuns e reforçar o sentimento de pertença a um espaço europeu comum e decidimo-nos pelo mote Nós Somos Cultura.

As propostas de trabalho e colaboração passam assim pela valorização dos monumentos e de muitos outros aspectos que conformam a nossa cultura e nos identificam enquanto país. Mais uma vez, vamos socorrer-nos das parcerias com diferentes museus e com as escolas de referência para celebrar e conhecer melhor o que nos faz portugueses. Nesta árdua tarefa, contámos com a visita e ajuda da colega Sara e da Alice.

O almoço partilhado foi um momento extraordinário de descanso, convívio, boa disposição e partilha.

À tarde, tentámos fazer conviver os problemas de internet com as aprendizagens possíveis na actualização da nova página das escolas de hospital que pode visitar em www.escolasdehospital.pt.

Brevemente colocaremos aqui Fotos deste Encontro no álbum 20º Encontro TeleAula.